domingo, 27 de abril de 2014

O pecado da incredulidade

O que é incredulidade?

Achava que era carregar dúvidas a respeito do que me diziam sobre Deus, como se eu não pudesse questionar a bíblia hebraica, o paraíso, o porque do genocídio dos cananeus pelos israelitas, o porque de alguns nascerem com tantas dificuldades...  

 Não, isso não é incredulidade. Isso é só minha alma aprendendo dEle, é apenas alguém sendo sincero consigo mesmo, esperando discernir as respostas das suas perguntas...

segunda-feira, 17 de março de 2014

Sabedoria de para-choque

Vi outro dia uma frase de para-choque:

Quando acordo, Jesus está comigo. Se amanhã eu não acordar, eu estarei com Jesus.

Uma pessoa querida, ao me ouvir comentar, retrucou:

- É, mas tem um negócio de Maria ali em baixo...

- É... Tem. Mas e daí? A beleza, a gravidade e a Verdade desse dizer continuam tendo o mesmo peso...

Seguimos viagem.

É impressionante como deixamos de contemplar a luz do Evangelho, pelos mais diversos motivos!

Que dirá deixar a luz brilhar...

Leo

sábado, 8 de março de 2014

Compensações

A história do Carnaval remete às festas de embriaguez, glutonaria (que é comer, depois vomitar, e aí comer mais) e orgias promovidas pelas sacerdotisas de diversos templos na Grécia, em homenagem ao Deus do Vinho Dionísio. Não que este tipo de festividade já não acontecesse em diversos povos, culturas e tempos... O próprio Moisés presenciou seu povo com saudade do Egito, promovendo uma festa ao Bezerro de ouro. É, era uma festa de orgias...
Os Romanos tinham sua própria versão do Deus do Vinho: Baco. As bacanais, introduzida pelos gregos, eram festas secretas onde mulheres se entregavam aos “mistérios báquicos”, que se resumiam, como na Grécia, a êxtases proféticos induzidos pelos excessos sexuais. Isso virou uma febre na Itália, em especial entre as Patrícias, as mulheres da alta sociedade romana, a ponto do Senado proibir essas festas. Claro que elas continuaram, de forma ilegal, em toda República, inclusive com perseguição religiosa (e sentenças de morte) a esse culto, até que foram se perpetuando entre os Legionários Romanos, quando voltavam para casa, depois de 5, 10, 15 anos fora. Havia até vomitórios coletivos para esse fim...


sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Apenas um detalhe...



Encontrei com um velho conhecido, ontem, na piscina do Clube. Ele me falou de sua paixão pela igreja, e especialmente por um certo movimento - uma nova denominação, como os evangélicos chamam os diferentes agrupamentos em formato de igreja institucionalizada - que o encantou, segundo ele, pela "liberdade do Espírito", pelo pentecostalismo "equilibrado", pela "Visão" que permitiu que essa denominação crescesse muito em pouco tempo... Pela seriedade dos líderes...

Depois de ouvir meia hora de explanação apaixonada, falei a ele com todo cuidado possível de quem percebe a necessidade de dizer a verdade para alguém que apesar de, tal qual todo apaixonado, não querer outro ponto de vista...

- Amigo, uma coisa me incomodou no seu discurso. E isso não tem nada a ver com suas decisões de seguir um grupo, uma denominação, nem com o formato litúrgico que te agrada. Respeito todas elas, como gosto que respeitem minhas decisões.

Continuei eu:

sábado, 9 de fevereiro de 2013

SOBRE A CAUSA HOMOSSEXUAL, A JUSTIÇA DE DEUS E AS BANDEIRAS DA IGREJA






I

"Sobre a vida que não vivi;
Sobre a morte que não morri;
Sobre a morte de outro, a vida de outro,
Minha alma arrisco eternamente."


O inferno para qual mandam os homossexuais é o mesmo no qual habitarão todos os chamados "injustos", conforme I Coríntios 6 .


Sim, "não herdarão o Reino": os impuros (sabe aquele pessoal que se contamina com tudo que sai de dentro de si mesmo?), os adoradores de outros deuses (sejam os que adoram as figuras do panteão católico ou hindu, sejam os que idolatram Mamom - deus da mais "afortunada" teologia evangélica), os adúlteros (aqueles que mesmo "ao olharem para uma mulher com intenção impura no coração já adulteraram com ela"), além dos que roubam – os trapaceiros e oportunistas, dos que maldizem despudoradamente, dos que se embriagam e se entregam aos excessos, dos que cobiçam e não repartem (melhor escrever assim, porque o termo 'avarento' ninguém admite, ninguém o é, até porque a avareza também cega a percepção de quem só vê o umbigo...), e claro, puxando a fila, os gays, lésbicas e simpatizantes! – numa verdadeira marcha rumo à justa condenação!